A proposta é a seguinte: Fazer com que cadernos passem de mão em mão onde cada pessoa que o receber poderá fazer um desenho a partir da palavra que estará escrita na capa do mesmo. As palavras serão: CASA, ESPAÇO, DESEJO, COMEÇO, FIM, IMAGEM, MEMÓRIA, HISTÓRIA, MEDO e LIVRE.

Os artistas plásticos Rafael Vasquez e Vini Jovino darão início à seqüência, produzirão os cadernos e depois distribuirão a dez pessoas que farão um desenho baseado na palavra escrita na capa de seu caderno. Essas pessoas deverão, depois de fazer um desenho, passar o caderno para outra pessoa e assim sucessivamente. Quando o caderno for inteiramente preenchido ele deverá retornar à origem, por isso, o contato dos idealizadores estará impresso nos cadernos para que a devolução seja possível.

O objetivo é expor esses trabalhos no futuro, por isso é importantíssima a identificação de cada desenho com o nome e o contato de cada pessoa que participar.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sobre a Palavra: "Mãe, da-me o Sol!"


"Mãe, da-me o Sol!" Que é o "Sol"? Para os Gregos representava o ígneo carro que Hélio com seu cavalos andava por sobre a Terra. Para o homem da época gótica, era o olho de Deus. Depois Galileu o identificou como uma esfera de Fogo. Porém, ainda no belo livro do Padre Secchi, que estudávamos em nossa mocidade, não constava se não a quarta parte daquilo que nós hoje pensamos ao falar do Sol. Eléctrons e raios-gama, prótons e núcleos de hélio, ainda não existiam, então, como conceitos, no cérebro humano. Nós pensamos hoje o que há cem anos ninguém poderia pensar, e nenhum de nós pode formar ideia daquilo que os homens imaginarão daqui a cem anos quando pronunciarem a palavra "Sol". Será algo muito diverso do que pensava Osvaldo Ibsen quando dizia na início de sua alienação mental: "Mãe, da-me o Sol!"

Trecho retirado do livro: "O LIVRO DA NATUREZA" de Dr. Fritz Kahn, Tomo I, página 15, Edições Melhoramentos, 3ª Edição 1960.

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